quarta-feira, 2 de maio de 2018

Pueblo cubano celebra con masivo desfile el Día del Trabajador

Foto: Juvenal Balán

Colectivos laborales y estudiantiles, junto a cederistas, combatientes, jubilados y población en general están reunidos para la celebración de este día en la isla.  

El pueblo cubano salió a las calles este martes Primero de Mayo para celebrar el Día del Trabajador, acompañando al general de Ejército Raúl Castro, primer secretario del Comité Central del Partido Comunista de Cuba, y al nuevo presidente de los consejos de Estado y de Ministros,  Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
Con banderas multicolores, gigantografías y afiches alegóricos al lema central del desfile de Unidad, compromiso y victoria, se encuentran en la Plaza de la Revolución José Martí, desde donde exigen el cese del bloqueo económico, financiero y comercial impuesto por Estados Unidos (EE.UU.).


Foto: Ricardo López Hevia
El sindicato ratificó su solidaridad con el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, quien está "empeñado en defender la Patria de Bolívar y el legado del comandante Hugo Chávez Frías", asimismo con Nicaragua, el Frente Sandinista de Liberación y el Gobierno de Daniel Ortega, y el expresidente Luiz Inácio Lula da Silva y el pueblo brasileño.
Por su parte, el héroe cubano René González expresó, en una entrevista para teleSUR, que la masiva manifestación del Primero de Mayo demuestra el proceso colectivo de construcción de la revolución socialista en el país caribeño.
"Es el pueblo diciendo que la revolución sigue en pie y vamos a vencer al imperialismo. Seguimos siendo la alternativa frente al capitalismo para un mundo más feliz y solidario", afirmó.
Agregó que frente al engaño del imperio sobre la realidad de Cuba, el pueblo tiene como arma la verdad, la cual es un valor humano fundamental.


Foto: Juvenal Balán

 Fonte: https://www.telesurtv.net/news/marcha-dia-trabajadores-cuba-diaz-canel-20180501-0006.html

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Cuba tem um novo presidente; conheça Miguel Díaz-Canel

O engenheiro Miguel Díaz-Canel destacou-se como dirigente do Partido Comunista, durante os anos de 1990 / Foto: Jornal Granma

"Companheiro deputado Miguel Díaz-Canel, a partir deste instante o senhor é o novo presidente do Conselho de Estado e de Ministros da Assembleia Nacional de Cuba. Aproxime-se e assuma a presidência", assim anunciou o presidente da Assembleia Nacional, Esteban Lazo, na manhã desta quinta-feira (19). O sucessor de Raúl Castro foi eleito por unanimidade pelos parlamentares, na casa legislativa que é considerada uma das mais democráticas do mundo.

Em seu primeiro discurso, o novo presidente de Cuba disse que assume com "determinação o legado da geração histórica, que conquistou a Revolução Cubana" e compromete-se em seguir aprofundando o modelo socialista cubano. Díaz-Canel ressaltou ainda que o resultado de sua eleição é o reflexo de uma "determinação do povo", que participou massivamente das duas primeiras etapas da eleição, que escolheram os representantes do Congresso cubano.
"Nesse mandato não há espaço para mudança brusca, apenas para a continuidade do modelo socialista cubano", resumiu. O novo presidente disse também que a tarefa da nova geração política que assume o poder neste mandato é "dar continuidade à Revolução Cubana" e que segue o exemplo do "líder da revolução, Fidel Castro, e do general do exército e primeiro-secretário do partido comunista, Raúl Castro".
Saiba quem é novo chefe de Estado cubano
Um homem discreto, simples e muito inteligente. Assim é descrito pelos cubanos o sucessor de Raúl Castro, Miguel Díaz-Canel, que assume como novo presidente da ilha neste 19 de abril.
Casado com uma professora universitária e pai de dois filhos, fruto do primeiro matrimônio, Miguel Díaz-Canel nasceu no dia 20 de abril de 1960, um ano depois do triunfo da revolução. Nesta sexta-feira (20), completa 58 anos e representa uma nova geração no comando do país.
Começou sua carreira política na província de Villa Clara, região central de Cuba, onde foi militante e depois dirigente da Federação Estudantil Universitária (FEU) e da União de Jovens Comunistas (UJC).
Formado em engenharia eletrônica pela Universidade Central das Villas Marta Abreu, o novo presidente começou sua carreira profissional como oficial das Forças Armadas Revolucionárias (FAR), na qual esteve de 1982 a 1985. Mais tarde, chegou a dar aula na universidade em que se graduou. Entre 1987 e 1989, cumpriu missão internacionalista na Nicarágua, como comissário político da UJC, na brigada militar de Cuba, durante a Revolução Popular Sandinista (1979-1990).
Além de ter sido vice-presidente de Cuba, é membro, desde 2003, do birô político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, a máxima autoridade tanto no sentido ideológico quanto político do partido e do Estado cubano. Portanto, Díaz-Canel é homem de total confiança de Raúl Castro, assim como era do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro.

Destaque na política
Apesar de ter passado por alguns cargos de direção quando jovem, foi como primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba, do Comitê Provincial de Villa Clara, que ganhou destaque na política nacional. Era 1994 e o país estava em pleno “período especial”. Com a queda da União Soviética, em 1991, Cuba perdeu os investimentos que recebia e viveu uma década de crise econômica profunda. O produto interno bruto encolheu 36%, entre 1991 e 1993. Havia escassez de diversos produtos, mas a falta de comida e combustível era o que mais afetava o cotidiano.
O escritor e jornalista Cubano Iroel Sanchez, autor do blog La pupila insomne, também de Villa Clara, conviveu com o político na juventude. “Díaz-Canel teve um papel importante na solução dos problemas gerados pela crise, sobretudo em um momento em que havia cortes de energia elétrica. Nessa época, criou uma relação muito próxima com o povo”, conta Sanchez.
Já nesse período era conhecido também por seu amor à arte. Mesmo na etapa difícil dos anos de 1990, ele ajudou a impulsionar a produção cultural em Santa Clara, capital da província de Villa Clara. “Me lembro de uma apresentação de teatro que fizemos na minha casa, não havia energia elétrica, a iluminação era a vela. E lá estava Miguel Díaz-Canel prestigiando a obra com a família”, relembra o produtor cultural Ramón Silberio Gómez, morador de Villa Clara. Hoje ele dirige o centro cultural El Mejunje, em Santa Clara.
O local é conhecido no país por ser vanguarda na inclusão de elementos culturais marginalizados em Cuba naquela época, como o rock'n roll e as apresentações culturais produzidas por travestis, criado com o apoio de Díaz-Canel. Naquele momento, como máxima autoridade provincial, Díaz-Canel ajudou a impulsionar importantes reformas culturais nessa região do país. Até hoje Santa Clara figura como um dos mais importantes centros de produção cultural do país, atrás apenas de Havana. “Ele estabeleceu um estreito vínculo com o setor cultural e intelectual do país”, afirma o produtor cultural.
O novo chefe de Estado não faz parte da classe de políticos que frequentam festas, comemorações ou coquetéis com embaixadores. Porém, é comum encontrá-lo em concertos, apresentações de teatro e de livros, de acordo com Silberio Gómez. Sua personalidade, segundo quem o conhece, transita entra a timidez e a discrição.
Bem afeiçoado e sempre com um sorriso no rosto, o novo chefe do Estado cubano costumava andar de bicicleta pelas ruas de Santa Clara, mesmo já sendo uma importante autoridade política. “Era um dirigente do povo, simples, que costumava andar de bicicleta pela cidade e cumprimentava todo mundo”, conta Silberio.
Hoje, longe da bicicleta e perto do despacho presidencial, Díaz-Canel dispensa, até pouco tempo, certos protocolos. Precisa andar com segurança, devido ao cargo de vice-presidente que ocupava desde 2013. No entanto, usava uma estrutura mínima que se resumia-se a um guarda-costas e um motorista. Isso deve mudar em breve, pois o Estado cubano tem um regime de segurança rigoroso com o presidente do país. “Em Cuba existia um problema com os líderes da geração histórica, que é o fato de os Estados Unidos terem tentado matar Fidel Castro 538 vezes. Foi o líder de Estado que os EUA mais vezes tentaram matar, e não puderam. Isso gerou medidas elementares de segurança. Não é uma proteção contra os cubanos, mas contra as tentativas de assassinato dos EUA”, explica o escritor Iroel Sanchez.
Antes de ser vice-presidente, Díaz-Canel foi ministro de Educação Superior, entre 2009 e 2013. Esse ministério faz a gestão de todas as universidades do país. Desse período vem sua relação com o setor de educação, que se manteve, tanto que foi designado pelo partido para discutir o texto da nova Conceitualização do Novo Modelo Econômico e Social Cubano de Desenvolvimento Socialista, debatido e aprovado no último Congresso do Partido Comunista, realizado em novembro de 2017.
Em uma das plenárias com educadores realizada antes do congresso, o diretor do Centro Martin Luther King, Joel Suárez, conta como foi a relação estabelecida com Díaz-Canel: “É uma pessoa que sabe escutar. As vezes que interviu foi para colocar exemplos de situações práticas que vive o país. Ao mesmo tempo, notava-se que ele é uma pessoa que estuda e lê, pois entrava também no debate de ideias, intelectual e teórico. Contribuía ao debate".
Para a jornalista Irma Shelton, repórter e apresentadora do canal Cubavisión, Díaz-Canel sempre foi o favorito a ocupar o mais alto cargo do país. “Ele é um dirigente político que vem das filas da Federação Estudantil Universitária e da Juventude Comunista de Cuba. Um dirigente que se destacou por sua inteligência e por sua relação com as massas, porque sabia dirigir”, relata.
E foi como dirigente do Partido Comunista que protagonizou uma das histórias conhecidas nos bastidores da política cubana. A jornalista Daisy Gómez, uma das mais conhecidas de Cuba, contou ao Brasil de Fato uma anedota que ilustra um pouco o grau de liderança que tinha junto à população de Villa Clara.
Em 1996, Díaz-Canel convidou o presidente Fidel Castro para celebrar uma data patriótica junto com a população da capital provincial de Villa Clara, em Santa Clara. Fidel disse: "É que a data está muito próxima, não será impossível reunir em tão pouco tempo a quantidade de pessoas necessária para encher a praça da cidade. Díaz-Canel então respondeu: “Eu me comprometo que esta noite a praça estará cheia”. “E encheu”, conta Daisy Gómez.
Modernização da comunicação
Agora, frente a novas responsabilidades, Miguel Díaz-Canel terá a tarefa de conduzir Cuba em direção às mudanças econômicas que provocarão forte impacto na sociedade. Ele faz parte de uma nova geração de políticos, escolhida para enfrentar os desafios da modernidade.
Desde 2013, quando foi eleito para o cargo de vice-presidente do Conselho de Estado da Assembleia Nacional, Díaz-Canel recebeu a missão de ser o executor das políticas estabelecidas pelo governo de Raúl Castro para área da comunicação, que envolvia telefonia, ampliação do acesso à internet, modernização dos canais de televisão, informatização e automatização dos processos produtivos.
“Como vice-presidente teve um papel de destaque. Ele coordenou a execução do Plano de Informatização do país. Nos últimos anos, houve um incremento substancial no acesso à internet em Cuba. O que tem gerado qualidade de vida à população”, destaca Iroel Sánchez, escritor e blogueiro no país.
Como vice-presidente ele também foi um dos principais defensores da massificação do uso da internet pela população cubana. Durante o lançamento do Plano de Informatização, em 2015, fez um discurso enfático sobre a necessidade de expansão da internet na ilha. “A criação de uma infraestrutura de internet, de acordo com nossas possibilidades, servirá de de base para o desenvolvimento das atividades econômicas em todos os níveis: estatal, das cooperativa e do setor autônomo”.
Também defendeu o uso da internet como ferramenta de geração de empregos. “A internet tem um potencial gerador de serviços e de atividade econômica que contribui como fonte de criação de empregos, recursos e crescimento econômico”.
O escritor e blogueiro cubano afirma que Díaz-Canel também é o responsável por impulsionar a modernização dos meios de comunicação, especialmente os canais de televisão. O principal canal de TV cubano, Cubavisión, entrou na era digital. Foi totalmente remodelado e está fazendo a transição para o sinal digital. Em três meses o sinal analógico começará a ser desligado e gradualmente será substituído pelo novo sinal.
Além disso, já existe um debate sobre a criação de uma nova política de comunicação, que será estabelecida pelo novo chefe de Estado, de acordo com informações de Iroel Sánchez. O escritor enfatiza que Cuba é submetida há anos a uma guerra midiática gigantesca. “O governo dos Estados Unidos gasta em média 50 milhões de dólares, ao ano, em propaganda contra Cuba. Falo do orçamento do Estado, fora o que se faz por outras vias em conjunto com os meios privados. Esse valor está muito acima do orçamento de todos os meios cubanos juntos”, informa Iroel.
Ainda que não tenha a ambição de competir com seu vizinho do norte, Cuba tem a necessidade de criar um novo modelo de produção e difusão de informação, de acordo com o escritor. “Cuba tem a necessidade elevar a qualidade de sua comunicação. Uma maneira de se defender é tendo bons meios de comunicação”, ressalta Iroel.
Agora eleito presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, tem a missão de implementar todas as mudanças aprovadas no último congresso do PCC, que conformarão o novo modelo de desenvolvimento do socialismo cubano. Será a continuidade da revolução, que em janeiro de 2019 completará 60 anos.
No entanto, em Cuba não haverá mudança brusca, nem guinada de governo, afirmaram todos os entrevistados para o Brasil de Fato. Até porque Raúl Castro sai da presidência do Conselho do Estado, mas não vai se retirar da política. Ele continua à frente do Partido Comunista, que participa da tomada de decisões e implementação do plano de governo. No ano passado, durante o congresso do partido, Raúl foi eleito primeiro secretário do Partido Comunista Cubano para o mandato que termina em 2021. Além disso, é o comandante e chefe das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.

Linha do tempo da vida do presidente Miguel Díaz-Canel

  • Entre 1975 e 1982: Militante e dirigente da Federação Estudantil Universitária (FEU).

  • 1982: Formou-se em engenharia eletrônica pela Universidade Central das Villas Marta Abreu.

  • Entre 1982 e 1993: Dirigente da União de Jovens Comunistas (UJC).

  • Entre 1982 e 1985: Oficial das Forças Armadas Revolucionárias (FAR) de Cuba.

  • 1994: Foi nomeado primeiro-secretário do comitê provincial do Partido Comunista de Cuba (PCC), de Villa Clara. Nessa época, o cargo representava a máxima autoridade política da província.

  • 2003: Nomeado primeiro-secretário do PCC da província de Holguín e eleito membro do birô político do comitê central do PCC.

  • Entre 2009 e 2013: Ministro de Educação Superior.

  • Desde 2013: Primeiro vice-presidente do Conselho de Estado da Assembleia Nacional e do país. Foi o primeiro político nascido depois do triunfo da Revolução Cubana (1959) a ocupar esse cargo.

  • 2018: Eleito novo presidente de Cuba, sucessor de Raúl Castro.
Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2018/04/19/cuba-tem-um-novo-presidente-conheca-miguel-diaz-canel/

segunda-feira, 16 de abril de 2018

DECLARACION FINAL DE LA CUMBRE DE LOS PUEBLOS POR LA ARTICULACIÓN SOCIAL DE NUESTRA AMÉRICA Lima/Perú 10 – 14 abril 2018

Representantes de organizaciones sociales y populares de Perú, América Latina y el Caribe, nos hemos dado cita en Lima/Perú del 10 al 14 de abril del año 2018 para debatir sobre la realidad política, social y económica de nuestra América, para compartir nuestras luchas y resistencias, para fortalecer la solidaridad militante de nuestros pueblos y para fortalecer la unidad continental del movimiento social y popular de nuestra región.
Nos volvemos a encontrar organizaciones sindicales que luchan por la defensa de los derechos laborales de la clase trabajadora, organizaciones gremiales, organizaciones feministas que luchan por la igualdad de género, organizaciones juveniles y estudiantiles que defienden los derechos de la juventud como actor protagónico, organizaciones campesinas que siguen peleando por el derecho a la tierra, organizaciones indígenas que resisten el embate del capitalismo salvaje, organizaciones ambientalistas que enfrentan al modelo depredador extractivista, organizaciones que reivindican y defienden los derechos de la diversidad sexual, organizaciones comunitarias que luchan por los derechos de la ciudadanía, plataformas regionales que se enfrentan a los proyectos neoliberales del libre comercio, organizaciones que luchan por la justicia fiscal, redes regionales de organizaciones de sociedad civil y decenas de colectivos y movimientos que se enfrentan día a día contra el poder político y económico del capital en sus diferentes expresiones.
Nos volvemos a encontrar en un escenario de confrontación y lucha frontal en nuestra América, entre las fuerzas del neoconservadurismo de las élites entreguistas y las fuerzas sociales, populares, progresistas y de izquierda. Vivimos una contraofensiva del poder imperial que trata de borrar los avances democráticos y de inclusión social y política que han promovido los gobiernos progresistas en esta última década y media.
En Perú se han dado cita en el marco de la VIII Cumbre de las Américas la expresión de esas fuerzas neoconservadoras que tratan de recuperar hegemonía, cumbre ilegítima que no es la expresión de la ciudadanía latinoamericana y caribeña. Vienen a hablar de gobernabilidad y corrupción en un país en el que todos los presidentes peruanos de los últimos 30 años tienen cuentas pendientes con la justicia por crímenes cometidos desde el poder. Quieren continuar con sus políticas corruptas ahora impulsando las Asociaciones Público-Privadas para seguir sus negociados oscuros.
Ante ese escenario las organizaciones populares del Perú, aglutinadas en el Comando Nacional Unitario de Lucha (CNUL) y la Confederación General de Trabajadores del Perú (CGTP) convocaron al movimiento social y popular de nuestra América a encontrarnos en el marco de la Cumbre de los Pueblos, a fin de avanzar en la articulación social para enfrentar al modelo neoliberal en el continente.
La Cumbre de los Pueblos ha sido el marco ideal para dar importantes debates, intercambiar experiencias, fortalecer la solidaridad de nuestras luchas y principalmente mantener el espíritu de resistencia y combate contra el capitalismo.
Los aires neoliberales vuelven a soplar fuerte en el continente, las políticas para avanzar en la precarización y desregulación del empleo se generalizan, avanzan en desmantelar los regímenes públicos de pensiones, promueven políticas de austeridad dirigidas a desmantelar programas de protección social, se reaniman las negociaciones para nuevos Tratados de Libre Comercio (TLCs).
Por tanto, la agenda de resistencia continental contra el neoliberalismo vuelve también a retomar fuerza:
- Llamamos a enfrentar la arremetida contra las condiciones y derechos laborales de la clase trabajadora en el continente, rechazamos las políticas neoliberales que promueven precarización y desregulación laboral, exigimos trabajo digno/decente.
- Nos oponemos a las medidas de austeridad neoliberal orientadas a reducir la inversión pública en programas de asistencia y de protección social.
- Rechazamos las pretensiones de privatizar los regímenes de jubilaciones públicos para entregarle los recursos de millones de trabajadores y trabajadoras a los intereses privados corporativos.
- Seguimos rechazando los Tratados de Libre Comercio y los Tratados de Protección de Inversiones, que son instrumentos a favor del poder corporativo transnacional y en contra de nuestros pueblos.
- El derecho a la tierra sigue siendo hoy más que nunca el derecho inalienable de nuestros pueblos originarios y campesinos/as, la tierra debe ser para quien la trabaja.
- Condenamos la violencia machista y la lógica de la impunidad con los feminicidios que peligrosamente se convierten en una práctica generalizada en nuestro continente. En nuestra agenda colocamos con prioridad la lucha por la igualdad de género. Sin igualdad de salarios para las mujeres, sin paridad en la participación política, sin igualdad de acceso a empleos dignos, sin respeto a sus derechos sexuales y reproductivos, no tendremos sociedades ni igualitarias, ni democráticas, ni inclusivas.
- Condenamos la criminalización de la protesta social que se ha convertido en la acción generalizada en nuestros países, ocasionando decenas de víctimas de activistas sociales.
- Seguimos luchando contra la lógica extractivista de nuestras economías y por modificar la matriz productiva de nuestros países.
- Llamamos a enfrentar el fortalecimiento del fundamentalismo religioso que en alianza con el capital pretende volver al oscurantismo a nuestra América.
- Rechazamos la utilización de los sistemas de justicia como instrumentos de persecución política contra líderes progresistas de América Latina.
Manifestamos nuestra inquebrantable solidaridad con el compañero Presidente Luis Ignacio Lula da Silva, quien enfrenta hoy a todo el aparato de la judicialización de la política y el odio de las élites brasileñas, por ser el referente de los oprimidos y excluidos.
Lo que pasa con el compañero Lula es la expresión del giro facistoide en Brasil como
resultado del golpe parlamentario contra la compañera Dilma Russeff. Hoy somos Lula y Brasil. #Lula libre.
Reafirmamos nuestra inquebrantable solidaridad con el pueblo de Martí, del Che, de Fidel, de Raúl, el heroico pueblo cubano y su gloriosa revolución. La revolución cubana sigue siendo a pesar de las agresiones y de las dificultades el mejor ejemplo de dignidad, que la convierte en ejemplo a seguir. Exigimos por tanto el fin del criminal bloqueo económico, financiero y comercial de estados unidos contra cuba tal como lo exige en forma contundente la Asamblea General de Naciones Unidas, así como la devolución inmediata del territorio ilegalmente ocupado por la base militar estadounidense en Guantánamo.
Reafirmamos nuestra inquebrantable solidaridad con la Revolución Bolivariana de Venezuela. Condenamos enérgicamente la agresión imperialista, la guerra económica y el acoso político contra la Venezuela Bolivariana. Exigimos respeto a la soberanía de la patria del pueblo venezolano que desde 1999 inició un proceso constituyente popular que ha marcado la senda de una referencia de lucha antiimperialista por la unidad latinoamericana y por el socialismo nuestro americano. Nuestro apoyo para el presidente Nicolás Maduro, sucesor del proyecto histórico impulsado por el comandante Chávez, exigimos el cese de las sanciones ilegítimas y unilaterales contra el pueblo bolivariano, rechazamos la pretensión de la intervención militar en Venezuela bajo el pretexto de ayuda humanitaria; exigimos la no injerencia en las próximas elecciones del 20 de mayo y el respeto a la soberanía y autodeterminación de nuestros pueblos.
Reafirmamos nuestra solidaridad con el proceso revolucionario boliviano encabezado por nuestro compañero Evo Morales. Ratificamos nuestro apoyo a la histórica reivindicación del pueblo boliviano, de una salida soberana al océano pacífico, pedimos que los pueblos de Chile y Bolivia impulsen a sus gobiernos a alcanzar una resolución pacífica a través del diálogo. #Mar para Bolivia.
La Revolución Ciudadana liderada por el compañero Rafael Correa demostró al mundo que los procesos progresistas pueden hacer transformaciones que pongan al ser humano por sobre el capital, demostró que la redistribución de la riqueza, la defensa de la soberanía y el respeto y protección de los derechos humanos son fundamentales para conseguir la sociedad del buen vivir. Desde la Cumbre de los Pueblos manifestamos nuestra preocupación de cualquier retroceso en las conquistas alcanzadas en Ecuador y principalmente cualquier restauración de postulados neoliberales ligados a la injerencia del departamento de estado de los Estados Unidos.
Rechazamos la política racista y xenófoba de Donald Trump para con nuestros hermanos y hermanas de México, que además de padecer a su elite política corrupta y las consecuencias del neoliberalismo, la represión y la corrupción, deben soportar que ahora se construya un MURO en su contra. Nos oponemos a la criminalización de la migración, migrar es un derecho.
Haití fue el primer grito de libertad e independencia en Nuestra América. La MINUSTAH ha dejado cientos de víctimas por enfermedades, de violaciones, de asesinatos. Pedimos
el resarcimiento histórico por los daños de esta ocupación y denunciamos su nueva mascara que lleva el nombre de MINUJUST.
Saludamos y enviamos un abrazo fraterno al compañero Oscar López Rivera, que ha ganado su libertad con coherencia y dignidad. ¡Pero con esta victoria no se acaba la lucha, seguiremos en la batalla anticolonial por un Puerto Rico Libre!
Seguimos pidiendo justicia por Berta Cáceres, condenamos el descarado fraude electoral de este 2018 que perpetua a José Orlando Hernández en el poder. Enviamos nuestra solidaridad a los cientos de miles de hondureños/as que se han manifestado y siguen resistiendo contra la represión de la dictadura.
Exigimos al gobierno colombiano la implementación real de los acuerdos de paz de la Habana, la continuación de la mesa de negociaciones con el ELN y la libertad inmediata de Jesús Santrich negociador de paz, de Simón Trinidad prisionero en los Estados Unidos hace 14 años, y de los miles de prisioneros políticos que aún siguen en las cárceles colombianas. Así mismo denunciamos el asesinato de más de 300 líderes y lideresas sociales en los últimos dos años, e instamos al gobierno a proteger la vida de ellos y ellas.
Nuestra solidaridad al pueblo argentino que hoy resiste el embate de las políticas neoliberales de Mauricio Macri. No nos olvidamos de Santiago Maldonado, desaparecido y asesinado en 2017, de Rafael Nahuel, de los niños masacrados por la policía. Exigimos la libertad de Milagro Sala y de todos/as los perseguidos por el poder judicial- mediático.
Desde la Cumbre de los Pueblos condenamos la agresión militar del imperialismo norteamericano contra el pueblo sirio, llamamos a promover acciones de condena en las embajadas estadounidenses por esta acción asesina. Toda nuestra solidaridad con el hermano pueblo de Siria.
Nuestra solidaridad con la lucha del pueblo mapuche por sus derechos, nos solidarizamos con el pueblo palestino asediado y masacrado constantemente a manos del sionismo imperialista. Nos solidarizamos y apoyamos la legítima causa del pueblo saharaui y su derecho a la autodeterminación.
Desde la Cumbre de los Pueblos llamamos a vernos en Buenos Aires/Argentina en las acciones contra el poder imperial global que estará reunido en el marco de la cumbre del G20 el 30 noviembre y 1 de diciembre. Con especial interés llamamos a participar en el Foro Feminista contra el G20. A fin de continuar con el proceso de debates que hemos mantenido acá en Lima, sobre la urgente necesidad de promover la rearticulación continental del movimiento social.
Ratificamos acá en Lima/Perú que las Cumbres de los Pueblos son el espacio en que nos encontremos para reafirmar nuestra solidaridad, para intercambiar nuestras experiencias de resistencia, para articular nuestras agendas de lucha, para fortalecer la unidad y articulación del movimiento social y popular progresista y de izquierda en nuestra américa.
Viva la lucha de nuestros pueblos!!
Viva la Cumbre de los Pueblos!!

Fonte: CUMPRE DE LOS PUEBLOS

Declaración del Gobierno Revolucionario Cubano expresa su más enérgica condena por el nuevo ataque perpetrado por EEUU

El Gobierno Revolucionario de la República de Cuba expresa su más enérgica condena por el nuevo ataque perpetrado por los Estados Unidos y algunos de sus aliados, en la noche de este 13 de abril contra instalaciones militares y civiles en la República Árabe Siria, utilizando como pretexto el supuesto empleo por el Gobierno sirio de armas químicas contra civiles.
Esta acción unilateral, al margen del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, constituye una flagrante violación de los principios del Derecho Internacional y de la Carta de esa organización y constituye un atropello contra un Estado soberano, que agudiza el conflicto en el país y en la región.
Los Estados Unidos han atacado a Siria sin que se haya demostrado la utilización de armas químicas por parte del gobierno de ese país y a pesar de que la Secretaría Técnica de la Organización para la Prohibición de las Armas Químicas (OPAQ), ha informado que desplegará en breve un equipo de la Misión de Investigación de Hechos para inspeccionar de inmediato la localidad de Duma, como habían solicitado Siria y Rusia.
Cuba, signataria original y Estado parte de la Convención sobre Armas Químicas, rechaza firmemente el empleo de esas armas y de otras de exterminio en masa, por cualquier actor y en cualquier circunstancia.
El Gobierno Revolucionario expresa su solidaridad con el pueblo y gobierno sirios por las pérdidas de vidas y daños materiales, como consecuencia de este ataque atroz.



La Habana 13 de abril de 2018

Fonte:  http://www.minrex.gob.cu/es/declaracion-del-gobierno-revolucionario-8

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

165 anos do natalício de José Martí

¿De dónde sacó tiempo este hombre que vivió solo 42 años para hacer lo que hizo? ¿Tuvo vida privada? ¿Amó? "Martí era un hombre necesitado de calor. Solo en las lides del amor o de la acción encontraba su propia temperatura", dice Jorge Mañach en Martí el Apóstol, su insuperable biografía del Héroe Nacional de Cuba.

  • José Julián Martí Pérez (La Habana, 28 de enero de 1853 - Dos Ríos, 19 de mayo de 1895). Héroe Nacional de Cuba. Fue un hombre de elevados principios, vocación latinoamericana e internacionalista; intachable conducta personal, tanto pública como privada y con cualidades humanas que en ocasiones parecen insuperables. Un cubano de proyección universal que rebasó las fronteras de la época en que vivió para convertirse en el más grande pensador político hispanoamericano del siglo XIX
  • Cuba y el mundo rinden honores a Martí a 165 años de su nacimiento
  • En Brasil recuerdan al más universal de los cubanos
  • Concluye el concurso "tu Martí, nuestro Martí", iniciativa de Cubadebate por el aniversario 165 del natalicio del apóstol cubano. Nuestra redacción fue inundada con fotos del Héroe Nacional enviadas a nuestro correo, messenger y la página en Facebook. ¡Muchas gracias a todos por participar! »
  • Develada estatua ecuestre de José Martí en La Habana: “Te agradecemos por tu vida breve y generosa” Una réplica de la estatua ecuestre de José Martí en el Parque Central de Nueva York fue inaugurada hoy en La Habana. El General de Ejército Raúl Castro Ruz, presidente de los Consejos de Estado y de Ministros de Cuba, presidió el acto en el parque Trece de Marzo, a pocos metros del antiguo Palacio Presidencial, actual Museo de la Revolución.




Praça do Buriti - Brasília / DF - 28 de Janeiro 2018


Comemoração dos 165 anos do natalício de José Martí em Brasília




Publicação
Publicado no final de 2017 o artigo de Maria Auxiliadora César  “Vigência do pensamento políticos de José Martí em sua obra literária” no livro organizado pelas embaixadas da Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Guatemala, México e Peru e Instituto Cervantes. É resultado do evento realizado na Universidade de Brasília “8 grandes da literatura latino-americana”, em edição bilíngue, disponível no Nescuba/Ceam/UnB.





terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Larga vida, Revolución

Rosas y Estrellas. Pintura de Raúl Martínez

Cuando de muchacho decía la palabra Revolución, estaba muy lejos de comprender el peso real de aquellas letras que desde entonces escribía con mayúscula. Me hablaban de la Revolución como algo a admirar y cuidar mucho. Y así aprendí a quererla. En aquel entonces, menos por convicción y más por imitación a los abuelos que vivieron las de Caín antes del 59. Después me lo confirmaron los libros de historia.
Luego la Revolución dejó de ser algo abstracto para mí, comencé a interpretarla por la salud y la educación gratis de la que me hablaban en la escuela, y porque los niños podían jugar solos en el parque, y porque no había guerras ni hombres malos con pistolas en las calles.
Más acá supe que la Revolución era cosa de los hombres y la guerra, que era cosa de Fidel, y me hablaron del camino difícil que comenzó con el Moncada la mañana de la Santa Ana de 1953; supe de muchachos clandestinos, de barco y de tormenta, de lomas y Turquino, de invasión y triunfo.
Y así me la enseñaron alguna vez, como tres o cuatro hechos importantes que caben en un párrafo, y afortunadamente aprendí después que entre fecha y fecha trascendente caben un montón de acontecimientos y hombres; como entendí que los héroes no son solo cosas de los cuentos infantiles.
A la vuelta de los años ya nadie me cuenta la Revolución, ya por la historia aprendida y por los pocos años vividos sé que la Revolución es sobre todo, un hecho de patriotismo y dignidad.
Y así la entiendo yo, como un fenómeno que ha forjado en mí, como en buena parte de varias generaciones de cubanos, dignidad y rebeldía para enfrentar la vida.
Dondequiera que está escrita la palabra Revolución, puede escribirse Cuba; a fin de cuentas Cuba está soberanamente inscrita en el mapa mundial gracias a la Revolución de la que todo cubano, de este lado o aquel, tiene al menos una historia hermosa que contar.
El primero de enero de 2018 la Revolución Cubana celebrará su cumpleaños 59 y comenzará a correr el año de su aniversario 60. En el camino muchos han sido los baches y los escépticos que nunca imaginaron que las raíces echadas en la pasada centuria llegaran tan profundo como para recoger frutos en el nuevo siglo.
La Revolución hoy es cosa de nosotros, lo que tenemos que hacer para preservarla en el tiempo y legarla como la heredamos de Fidel lo dejó dicho él mismo, no hay que repetirlo más sino llevarlo al día a día.
Por eso, cuando el futuro incierto nos carcoma la voluntad de seguir, cuando gente que habla de la Revolución como si hubiera pateado la Sierra Maestra de arriba a abajo con Fidel lanza consignas vacías al éter, cuando esa gente desmotiva a uno hay que recordar que la Revolución es más grande que ellos, que ellos pasarán y la Revolución quedará por siempre.
Cuando algo invite a titubear hay que evocar a Retamar y aquellos versos escritos el primero de enero de 1959:
Nosotros los sobrevivientes,
¿A quiénes debemos la sobrevida?
¿Quién se murió por mí en la ergástula?
¿Quién recibió la bala mía,
La para mí, en su corazón?
¿Sobre qué muerto estoy yo vivo?

Por: Javiel Fernández Pérez

Cuba logra su más baja tasa de mortalidad infantil: 4,0


Si decimos que por décimo año consecutivo Cuba mantiene su tasa de mortalidad infantil por debajo de cinco por cada mil nacidos vivos, ya es razón suficiente para festejar.
Pero saber que los motivos van más allá, constatar que el país alcanzó al cierre del 2017 la tasa de mortalidad infantil más baja de su historia, con 4,0 por cada mil nacidos vivos, es extraordinario.
Así lo corroboran datos preliminares ofrecidos a Granma por la Dirección de Registros Médicos y Estadísticas de Salud, los cuales refieren que en el recién finalizado año, ocurrieron 114 980 nacimientos, 1 892 menos que en el 2016 y se produjeron 465 defunciones en niños menores de un año –32 menos que en el 2016– que es el menor número de muertes hasta el momento registrado.
Y si a alguien le queda dudas de cuánto ello representa, quizá sea ilustrativo constatar en qué medida se han reducido las muertes de nuestros niños, que en el año 1970 ascendían a 9 173 fallecimientos, con una tasa de mortalidad infantil de 38,7.
«Exhibir este indicador representa, ante todo, el esfuerzo, sacrificio, entrega y compromiso de miles de profesionales que laboran en los servicios de atención materno infantil del país. Nos habla de la unidad constante de los cuadros en el sistema de salud y de un trabajo sistemático entre cada una de sus áreas. Es la expresión de la intersectorialidad en función del derecho a la vida. Un regalo de felicidad de los trabajadores de la salud pública a las familias cubanas y a la dirección histórica de la Revolución», expresó el doctor Roberto Álvarez Fumero, jefe del Departamento Materno Infantil del Ministerio de Salud Pública (Minsap).
Este 1ro. de enero, mientras se festejaba en casa, o con amigos y familiares, los trabajadores del área de estadísticas del Minsap disfrutaban la realidad de un número, que si algo denota, es el desvelo cotidiano de otros tantos profesionales de la salud que cada día guardan, con celo permanente, los derechos sexuales y reproductivos; y los derechos de los niños y niñas en esta Isla del Caribe.

Indicadores

•    Obtienen las tasas más bajas de mortalidad infantil las provincias: Sancti Spíritus (2,0), Pinar del Río (2,1), Camagüey (3,0), Holguín (3,3), Artemisa (3,7), Ciego de Ávila (3,8).
•    Diez territorios muestran las tasas elevadas: Matanzas (5,7), Mayabeque (5,3), Guantánamo (4,7), Isla de la Juventud (4,7) Granma (4,7), Villa Clara (4,6), Cienfuegos (4,4), La Habana (4,4), Las Tunas (4,2), y Santiago de Cuba (4,0).
•    Se reduce la mortalidad neonatal (menores de 28 días de vida) de 2,4 a 2,1 por cada mil nacidos vivos.
•    Por cada defunción infantil sobreviven 231,6 niños menores de un año.
•    Reducción de la tasa de mortalidad por Afecciones perinatales de 1,5 a 1,3, y dentro de ellas las causas relacionadas con la prematuridad: Enfermedad de Membrana Hialina, la hemorragia intraventricular y la hemorragia pulmonar.
•    La tasa de mortalidad infantil por malformaciones congénitas se mantuvo en 0,8 por mil nacidos vivos, al igual que en el 2016.
•    Se reduce la tasa de mortalidad del menor de cinco años de 5,5 a 5,4 por cada mil nacidos vivos, lo cual representa 18 fallecimientos menos.
•    Por cada defunción sobreviven 180,8 niños a los cinco años.
•    La tasa de mortalidad escolar se reduce de 2,2 a 1,7 por 10 000 habitantes de la edad, acumulándose 62 defunciones menos.
•    Se reduce el índice de bajo peso al nacer de 5,2 a 5,1 por cada 100 nacimientos.
•    La mortalidad perinatal disminuye de 8,2 a 8,0 por cada mil nacidos vivos más defunciones fetales de 1 000 gramos o más.
•    Disminuye la tasa de mortalidad materna total de 41,9 a 38,3 por 100 000 nacimientos, lo cual representa cinco muertes menos que en el año anterior.
•    Se reduce la mortalidad materna directa de 27,4 a 21,7 por cada 100 000 nacimientos.
•    Disminución a menos del 1 % de la muerte perinatal y por malformaciones congénitas en el hijo de madre diabética.
•    Eliminación de la muerte materna por diabetes en nuestra población.
•    Se reduce el índice de Cesárea primitiva de 22,3 a 18,3 %.
Factores que influyen en este resultado:
•    Consolidación de las transformaciones en la Atención primaria de salud.
•    Perfeccionamiento del funcionamiento de los hogares maternos.
•    Desarrollo de la Red de genética comunitaria y el perfeccionamiento del programa de prevención, diagnóstico y tratamiento de enfermedades genéticas.
•    La implementación de Guías de actuación para las principales afecciones obstétricas, con la Introducción de tecnología con valor predictivo, como por ejemplo la Ej: flujometría Doppler.
•    Mayor calidad de la atención en salas de cuidados especiales perinatales.
•    La supervivencia en servicios de neonatología es de 98,9 %
•    Incremento al 86,8 % de la supervivencia del recién nacido con peso inferior de 1 500 gramos, y al 95,6 % del pretérmino.
•    Consolidación de la Red cardiopediátrica y mejoría de los indicadores de supervivencia (superior al 85 %) en el Cardiocentro Pediátrico «William Soler»
•    Elevación de la supervivencia en servicios de cirugía pediátrica y neonatal.
•    Introducción de la ventilación de alto flujo en las terapias intensivas pediátricas e incremento de la supervivencia del lactante al 97 %
•    Desarrollo del programa de atención integral a la mujer embarazada con diabetes.
•    Ampliación de la Red de Bancos de leche humana, presentes en diez provincias del país.
•    Se recertificaron 24 hospitales de diez provincias como «Amigo del Niño y la Madre»
•    Se mantiene una cobertura de inmunización superior al 98 % con 11 vacunas que protegen contra 13 enfermedades
Otros factores contribuyentes:
•    El papel jugado por las terapias intensivas de adulto en la atención la morbilidad materna grave.
•    Implementado un programa de superación profesional y entrenamientos en tecnologías de avanzada.
•    Se ha desarrollado una estrategia comunicacional dirigida a la prevención y el autocuidado de la salud.
•    Fortalecimiento del sistema de trabajo de los cuadros.
•    Ejecutadas acciones de mantenimiento en 298 policlínicos, 1 649 consultorios del médico de la familia y ocho hogares maternos, así como inversiones en 52 salas de hospitalización, 12 unidades de urgencia y emergencia y 14 unidades quirúrgicas.


Por: Lisandra Fariñas Acosta

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Roda de conversa sobre Cuba foi realizada na UnB

A Roda de conversa, com excelente participação, realizada no dia 12 de dezembro foi momento de informações sobre a Ilha em diferentes campos do conhecimento e também de intercâmbio de 'olhares' diversos sobre o cotidiano da vida cubana.


Link para acesso ao vídeo completo que foi exibido no evento com cortes:

https://www.youtube.com/watch?v=6AXjR7GH-wk

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Fallece el intelectual y político cubano Armando Hart Dávalos



El reconocido intelectual y político cubano, Armando Hart Dávalos, falleció a sus 87 años esta tarde en La Habana, debido a una insuficiencia respiratoria.
Su cadáver será expuesto en el Centro de Estudios Martianos, en Calzada y 4, en el Vedado, a partir de las 9 de la noche de este domingo, donde será velado hasta las 10 de la mañana del lunes. Posteriormente por decisión familiar será cremado.
ARMANDO HART DÁVALOS
Nació en La Habana el 13 de junio de 1930.
Siendo estudiante de Derecho de la Universidad de La Habana combate la corrupción política y la traición a los ideales revolucionarios que llevaron a cabo los gobiernos de Grau y Prío. Cuando ocurre el golpe de estado el 10 de marzo de 1952, suscribe, como miembro de la FEU, una denuncia pública y participa activamente en la agitación estudiantil a favor de los principios democráticos. A nombre de la Asociación de Estudiantes de Derecho denuncia ante los tribunales la ilegitimidad del régimen. En el propio año de 1952 se gradúa de abogado.
Integró el Movimiento Nacional Revolucionario, de proyecciones democráticas, patrióticas y antimperialistas. Cuando en abril de 1953, su máximo dirigente, el profesor Rafael García Bárcena fue acusado de conspiración, lo defiende como abogado, sosteniendo ante los tribunales el derecho del pueblo a la rebelión.
Establece relaciones con jóvenes oposicionistas en diversas provincias y desde entonces desarrolla fuertes vínculos revolucionarios con Frank País. Antes de las elecciones convocadas por la tiranía en noviembre de 1954, es detenido junto a Faustino Pérez y otros compañeros en una reunión clandestina acusados de planear sabotajes y acciones de agitación. Combate públicamente a los partidos de oposición burguesa, especialmente a sus dirigentes corrompidos, acusándolos de ser incapaces de dirigir al pueblo y de ser responsables del golpe reaccionario. Señala públicamente que del pueblo surgirán dirigentes capaces de conducir la Revolución.
Es uno de los fundadores del Movimiento 26 de Julio. Pasa a integrar, junto a otros compañeros, la dirección que Fidel Castro dejó constituida en Cuba. Participa activamente en el alzamiento del 30 de noviembre de 1956 en Santiago de Cuba, en apoyo al desembarco del yate Granma junto a Frank País, Haydée Santamaría, Vilma Espín, Asela de los Santos y otros compañeros. Trabaja dentro de la dirección de Movimiento por organizar células en diversas provincias, estableciendo vínculos con sectores populares, obreros, campesinos y estudiantes. Participa junto a Frank País en la organización del Movimiento 26 de Julio en el llano y en el apoyo a la Sierra Maestra.
En febrero de 1957, junto a Frank País, Faustino Pérez, Haydée Santamaría, Celia Sánchez y Vilma Espín establece contacto directo de la dirección del Movimiento en el llano con la Sierra, asistiendo a una reunión con Fidel y el grupo de expedicionarios. Participa en la preparación de un grupo armado que, en marzo de 1957 es enviado a la Sierra. En ese propio año, es detenido y condenado a varios años de prisión. En la cárcel estimula a la agitación entre los presos políticos contra los crímenes y arbitrariedades de la tiranía. Cuando era conducido a los tribunales por otras acusaciones se fuga, reincorporándose a la lucha clandestina. Es nombrado Coordinador Nacional del Movimiento 26 de Julio.
A fines de 1957, sube a la Sierra Maestra. En enero de 1958 es arrestado al bajar de la Sierra y encarcelado en las prisiones de Oriente. Golpeado, vuelto a condenar y conducido más tarde al Príncipe. Cuando los sucesos del 1º de agosto de 1958 en el Príncipe, participa en los actos de protesta que dan lugar a una fuerte represión. Es trasladado a Isla de Pinos, donde permanece hasta el derrocamiento de la tiranía. Dirige con otros compañeros la organización del Movimiento 26 de Julio entre los presos políticos.
Al triunfo de la Revolución es designado Ministro de Educación, cargo que ocupó hasta 1965. Dirigió la Campaña de Alfabetización, conocida como la más vasta y eficaz llevada a cabo en América Latina, logró extender la enseñanza pública a toda la población y creó las bases para el sistema educacional cubano cuya calidad es reconocida en el orden mun¬dial.
Integró la dirección nacional del Partido Unido de la Revolución Socialista de Cuba (PURSC)… En octubre de 1965, al constituirse el Comité Central del Partido Comunista de Cuba, formó parte del mismo y de su Buró Político, desempeñando las funciones de Secretario de Organización así como otras tareas que la dirección del Partido le encomendó. Desde abril de 1969 hasta julio de 1970 cumplió misiones de la dirección del Partido en la provincia Camagüey. Desde julio de 1970 hasta diciembre de 1976 fue Primer Secretario del Partido en Oriente.
Fue elegido miembro del Comité Central en el I, II, III, IV y V congreso del PCC. Fue miembro del Buró Político del Partido Comunista de Cuba desde su constitución hasta 1997.
Fue Ministro de Cultura desde la constitución de ese organismo en 1976 hasta l997, realizó una fructífera labor al constituir numerosas instituciones culturales y una articulada red de enseñanza artística que llevó hasta los lugares más apartados del país y que posibilitó la promoción nacional e internacional del talento creador cubano en todas las disciplinas.
Fue miembro del Consejo de Estado de la República de Cuba desde su constitución hasta febrero de 2008.
Desde febrero de 1997 es director de la Oficina del Programa Martiano, y preside la Sociedad Cultural José Martí. Precisamente el centro de su múltiple actividad ha estado en la defensa de la identidad nacional cubana y la integración cultural latinoamericana y caribeña sobre el fundamento de la tradición martiana. En el plano nacional ha sido altamente considerado por su trabajo a favor de la más estrecha relación del movimiento intelectual con el conjunto de la sociedad cubana. En lo internacional fue el pionero y mayor impulsor del Foro de Ministros y Encargados de Políticas Culturales de América Latina y el Caribe, iniciado en Brasil, en 1989, un movimiento integrador, con definiciones conceptuales y programas conjuntos, destinado a reforzar las identidades y soberanía de lo que José Martí llamó “Nuestra América” y Simón Bolívar soñó como una Patria única.
Fue miembro del Comité Central del Partido Comunista de Cuba desde su constitución y Diputado a la Asamblea Nacional del Poder Popular desde su constitución en 1976